Academia Piauiense de Engenharia empossa acadêmicos e diretoria biênio 2019/2021

A Academia Piauiense de Engenharia (APIENG) realizou esta semana a cerimônia de instalação oficial da entidade e a posse da diretoria para o biênio 2019/2021. O presidente da Associação Industrial do Piauí (AIP), o engenheiro Andrade Júnior, assumiu a cadeira nº 16 da Academia. Fundada em abril de 2018, a APIENG tem como missão contribuir para que a sociedade, profissionais e o Estado sejam servidos pelos profissionais de nível superior integrantes das carreiras do Sistema CONFEA/CREAs de forma competente e inovadora, à luz da ética e sustentabilidade.

“A APIENG é uma entidade honorífica-técnico-científica-cultural que congrega engenheiros, ao tempo que reconhece os engenheiros que estão em atividade e que contribuíram, além dos que ainda contribuem com o desenvolvimento do nosso Estado. A engenharia é responsável por muito do que é feito no Estado. Também reconhece os patronos, os grandes engenheiros do passado. Acho que a criação da APIENG é salutar e ela vem abrir um fórum de debates, para que engenheiros possam ter um local, para que colaborem com o desenvolvimento do nosso Estado nas mais diversas áreas. A ideia é de uma entidade propositiva”, afirmou Andrade Júnior, que tem como madrinha Carmencita Alvarenga dos Santos.

O engenheiro escolheu como patrono Luís Mendes Ribeiro Gonçalves. “Meu patrono é de Amarante, foi um grande engenheiro, político, da Academia Piauiense de Letras e dizem que engenheiro é cartesiano. Mas, ele provou o contrário. Ele como engenheiro muito sensível, um poeta que usava as letras com muita habilidade, ele se expressava de uma maneira fantástica. Quando li os dois livros dele, me apaixonei pela história e pela competência técnica dele. Ele fez grandes obras no Piauí, tem renome nacional e foi reconhecido pela Academia de Engenheiros da França como um grande engenheiro. Por isso, escolhi resgatar a história de Luís Mendes Ribeiro Gonçalves”, contou Andrade Júnior. O patrono esteve representado pelo sobrinho Elesbão Gonçalves.

O presidente da Academia, o engenheiro José Mendes, reforçou o papel da entidade. “O significado desse evento para nós é tão grandioso quanto o trabalho desenvolvido no Estado pelos acadêmicos e patronos da nossa Academia Piauiense de Engenharia, que ora se instala, com o propósito de assumir papel relevante nas ações de políticas públicas para o desenvolvimento do Piauí. Nossa Academia tem o compromisso de preservar a memória da engenharia piauiense, começando pela escolha dos patronos. Todos eles profissionais de reconhecida competência e que contribuíram com o seu talento para o desenvolvimento do Piauí e para o engrandecimento da engenharia, agronomia e geociência. Além de preservar a memória da engenharia no Estado, a Academia tem compromisso de apresentar sugestões, solicitar providências e colaborar com as autoridades competentes em prol da educação e desenvolvimento científico-tecnológico”, ressaltou. 

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